Arley Alvarez foi uma das grandes referências do sector defensivo vitoriano na última metade da década de 90.
Contratado ao Cruzeiro de Belo Horizonte, onde se notabilizou mais por ser o condutor de Ronaldo – na altura Ronaldinho, ainda sem ser fenómeno e pela sua juventude sem carta de condução -, do que pela sua afirmação desportiva, havia de almejar o êxito na cidade do Rei.
Auto definindo-se como um exímio marcador de pontapés livre, carregava nesse apodo a esperança dos vitorianos para êxitos sonhados. Porém, seria debalde… os pontapés livres directo seriam a maior desilusão do brasileiro na sua passagem, pois, apenas, um nos anos que passou de branco vestido acertaria o alvo.
Todavia, na “zaga” seria uma parte importante de épocas de passaporte europeu…apesar de parecer algo pesado e lento, dominava o seu espaço de jurisdição…apesar de parecer baixo, raramente perdia um lance de cabeça…e isso fez dele uma peça importante em equipas vitorianas que foram sabendo merecer o êxito.
Por essa razão, para os foristas da AVS, Arley Alvarez deixou saudades...