Perdemos a Supertaça Cândido Oliveira…por três bolas a zero…é um facto e perder há-de custar sempre, ainda para mais fruto de desatenções individuais e colectivas. Mas, verdade seja dita, ontem
Joaquim Evangelista é o típico pavão que anseia por uns minutos de fama… Com efeito, um presidente de um sindicato de uma actividade que nunca a exerceu, só mesmo no
Valerá a pena escrever alguma coisa, quando as emoções no dia de ontem jorraram em catadupa? Será que os momentos que ontem vivemos serão passíveis de ser descritos por palavras,
O V. Guimarães pode ser afastado da Liga Europa (apurou-se como finalista da Taça, já que o Benfica tem presença garantida na Champions), caso a UEFA leve à letra uma
foto@site oficial OVitória saiu, ontem, derrotado na Madeira, frente ao Marítimo por uma bola a zero, fruto de um golo de Danilo Dias, apesar de ter dominado grande parte do
É certo e sabido que o nosso adversário da final da Taça – quiçá, o jogo mais importante da nossa história – vive uma fase crítica… É certo e sabido
A capa da Bola de ontem, roçou a desfaçatez e a falta de vergonha… e mesmo após ter sido interpelada, por nós, a penitenciar-se nada disse… Vejam lá, onde está
cartoon do “grande” Miguel Salazar (que espero que não se importe de o ter retirado do seu blog) Lembrei-me, hoje, de uma história… Nessa história, existiam dois reinos… um de
Nem os mais optimistas, em Agosto passado, acreditariam que o Vitória chegasse a quatro jogos do fim do campeonato em quinto lugar e, ainda, na final da Taça de Portugal.
Ponto prévio: o Belenenses joga bem futebol e queria colorir a festa da subida com um bom jogo e um bom resultado! Mas, nada explica o resultado de quatro bolas
Dizem os entendidos que as finais não se jogam, ganham-se… Mas, a verdade é que a jovem equipa vitoriana já houvera feito muito chegar à final da Taça de Portugal,
Foi inesquecível, inebriante, enlouquecedor, heróico, brilhante, inolvidável e poderíamos estar aqui a tentar arranjar adjectivos para qualificar a sublime exibição da equipa de basquetebol do Vitória. Uma exibição de compêndio
Uma vergonha…. Um jogo que se resume à inolvidável actuação de Paulo Batptista que conseguiu desequilibrar a contenda: um primeiro golo fruto de uma grande penalidade muito duvidosa, a uma
São os melhores augúrios possíveis para o final a oito, a decorrer em Fafe. Em Ovar, frente a uma Ovarense, que, hipoteticamente, poderá ser a adversária vitoriana nas meias finais
Porquê, Vitória e Rui, que também és Vitória, tanto medo e subserviência a uma equipa que esta época já tínhamos vencido? Na verdade, depois de quatro desafios com a equipa