Conheça Todas As Razões Dos Diretores Do Departamento Futebol Jovem Para Se Demitirem!

Foram quatro os diretores do futebol jovem vitoriano que se demitiram: Rui Leite (diretor do escalão de juvenis A e sócio nº 2172 do Vitória), Jorge Freitas (iniciados A e sócio nº 2228), Ricardo Almeida (iniciados C e sócio nº 3966) e Jorge Rodrigues (infantis A e sócio nº 4090).

Para estes, esta medida foi necessária em virtude de o departamento se encontrar a tomar um rumo que não é o mais correto e que melhor defende os interesses do clube, apesar das muitas solicitações dos diretores, ora, demissionários para existir uma retificação de caminhos.

Assim, as constantes falta de comunicação entre o organigrama do departamento fazia com que todas as informações chegassem tardiamente, o que originou problemas relativamente a contratos de formação, torneios, deslocações para jogos e outros items relacionados com o escalão de cada diretor.

Além disso, constataram estes dirigentes que as suas funções, com o decorrer do tempo, foram-se esvaziando, passando a ser meros delegados ao jogo. Como consequência, o Departamento passou a ser gerido por uma só pessoa, que por vezes, mantinha o silêncio relativamente aos assuntos que deveriam ser da égide de cada diretor da respetiva equipa.

Ademais, o facto de a direção do departamento não pretender participar em torneios, alegando que pretendia esconder os atletas de olheiros de outras equipas,o que fez com que, desde que Emílio Macedo da Silva assumiu os destinos do Vitória, fossem recusadas participações em torneio de grande monta, optando por torneios com pouca competitividade. Porém, durante os dias 27, 28 e 29 de dezembro, a equipa de Iniciados A participou num torneio, anteriormente apodado de Torneio de Captações do Benfica, que foi disputado no Complexo Desportivo desse mesmo clube, contrariando todas as diretrizes anteriormente emanadas.

Além disso, tal deslocação foi tratada sem ter em conta as necessidades de jovens de 11/12 anos, tal como sucedeu numa recente deslocação ao estrangeiro.

Por último, a constante degradação das instalações do Vitória por falta de cuidados de manutenção, sendo que às constantes interpelações para a conservação desses espaços, a resposta sempre foi que essa matéria não era da responsabilidade do Departamento.