De Volta Ao Marasmo…

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O Vitória, por muito que nos custe, na qualidade exibicional tem sido como o algodão: não engana… e devem-se contar pelos dedos as exibições bem conseguidas na presente temporada.

Hoje, frente a um Belenenses bem organizado, a equipa vitoriana apresentou um nível ofensivo confrangedor. Perante, uma assistência quase desoladora, os Conquistadores jamais conseguiram controlar e massacrar um adversário que se limitou a esperar organizado pelos branquinhas e negar todas as frágeis investidas.

Investidas essas que pouco assustaram os homens da Cruz de Cristo que beneficiaram da ausência de André André, da figura de corpo presente de Tiago Rodrigues ( o que anda aqui a fazer se a cabeça não está cá?) e da lentidão de processos de André Santos, Barrientos e da seca goleadora de Maazou que não consegue arranjar meio de encontrar o caminho para o golo.

Destacou-se, ainda assim, a irreverência do jovem Tomané, o que por duas vezes mais próximo esteve do golo e que ainda foi o que acendeu a centelha de esperança nos vitorianos.

Porém, nada haveria de suceder, ainda que as entradas de Crivellaro – será que nos treinos se recusa a treinar, atendendo à qualidade técnica e criatividade que vai demonstrando nos poucos minutos que é chamado – e Russi – brigão, mexido a demonstrar alguns pormenores – tenham feito a equipa crescer no jogo e finalmente demonstrar alguma vontade de vencer o jogo. Porém, tal não sucederia e o Vitória após o bom resultado na Amoreira voltaria a escorregar.

Segue-se o Arouca, num jogo difícil, atendendo à motivação dos arouquenses após empatarem em Lisboa e só não vencendo pelas dúbias decisões dos homens do apito. Mais raça e determinação precisam-se…