Derrota amarga no adeus…

1470423_10151894610943167_423565255_nNinguém esperaria tal desfecho…mas, aqueles cinco minutos fatais, além do prejuízo desportivo, causaram a perda inelutável de duzentos mil euros!

O Vitória, todavia, na primeira metade do desafio não deixava antever tamanho malogro.Foi uma equipa imaginativa, compacta, solidária que o golo de Tomané coloriu a cores brilhantes…bem mais brilhantes que o pálido amarelo da camisola e que os supersticiosos já doirem dar azar.

Porém, na segunda metade, desconcentrações múltiplas ditariam a sorte da contenda e pelos, notoriamente, elos mais fracos da equipa: os laterais Pedro Correia e Addy.

Se o primeiro cometeu uma grande penalidade despropositada, precipitada e infantil e que foi conducente ao golo da igualdade – o que lhe causou, ainda para mais, a expulsão – o segundo demonstrou mais uma vez que tem debilidades profundas para assumir um lugar de titular na equipa do Vitória. Um alívio infantil para a zona medular da área e o killer instinct do médio dos Les Gones a sentenciar uma partida que o Vitória não merecia ser desfeiteada.

Pese embora, a reacção dos Conquistadores, a mesma serviria apenas para o esférico beijar apaixonadamente, por duas vezes, os ferros da baliza de Lopes que deve ter feito algum pacto com o diabo e com o árbitro – por anular um golo limpo a Moreno por falta sobre o keeper francês, quando a mesma não existe – e que assim levou à vitória do outrora heptacampeão francês.

O Vitória despede-se sem glória mas com honra das competições europeias deste ano.