Foi Quase…

Foi o quase que distinguiu a vitória da derrota… mas que ajudou a demonstrar que grande parte das qualidades da equipa andaram ocultas durante toda a época!

O Vitória terá feito, em grande parte do jogo de hoje frente ao Benfica, uma das melhores exibições da época, apesar da derrota por três sets a dois.

Demonstrando grande rigor na recepção e com uma criteriosa distribuição de Pedro Azenha a servir os mortíferos remates de Jacke Silva, os branquinhos surpreenderam no primeiro parcial o adversário, vencendo por 29-27. A enorme crença colocada em cada ponto, aliada a uma enorme abnegação fez os pratos da balança penderem para o lado vitoriano.

Porém, no segundo jogo o adversário empertigou-se e puxou dos galões o que fez com que vencesse por 21-25, igualando a contenda, apesar da boa réplica vitoriana.

No terceiro parcial, exibição de gala do Vitória… com rigor na recepção e um ataque a níveis superlativos de eficácia, o adversário foi vulgarizado. Os branquinhos haveriam de vencer por 25-19, demonstrando uma entrega e uma qualidade de jogo há muito arredadas do seu pavilhão.

No quarto, o Vitória teve tudo para matar o jogo… esteve a vencer por 10-6 e com Brízida a poder fuzilar a defesa rival… a bomba deflagraria na rede e em vez de cinco pontos à maior, o adversário reduziu para três e virou o jogo a seu favor. Empataria , imediatamente, o jogo, graças ao bom serviço de Koch e passaria de imediato para a dianteira, vencendo por 25-21… não fora aquela bola que poderia ter dado a vantagem decisiva para uma vitória justa pelo esforço e vontade vitorianos.

Na negra, o jogo não teve história… muito pelo esforço dispendido, mas também pelo desgaste emocional do set anterior, o adversário haveria de superiorizar-se por 15-6, vencendo de modo injusto um desafio que pela raça e determinação merecia ter sido ganho pelos Conquistadores.

O Vitória defronta, amanhã, pelas 17h, o Castelo da Maia, no seu pavilhão.