Jornais e Jornalistas… E Amigos, Ou Nem Tanto!

Não querendo entrar em preciosismos bacocos e inúteis, nem em declarações de voto acerca da moção a ser proposta na propalada Assembleia Geral de destituição, a verdade é que de esta situação toda retira-se uma realidade: a imprensa ainda tenta condicionar o pensamento de quem realmente pode decidir, os associados do Vitória Sport Clube!

Com efeito, bastará calcorrear ou folhear (como preferirmos o termo!) as páginas escritas ou digitais de jornais como o Record para ficarmos com a clara noção que a imparcialidade na imprensa é um conceito inexistente e os ditos escribas, vá-se lá saber com que ordens e com que intuito, têm cruel prazer em imiscuir-se em assuntos que a eles pouco ou nada dizem-lhes respeito…ou pelo menos, não deveriam dizer!

Na verdade, títulos como “Resultados Desportivos Dão Confiança Ao Líder” ou “Adeptos Contra a Queda Da Direcção De Macedo” demonstram uma clara inclinação, para não chamar intoxicação, de quem escreve para um determinado lado da barricada. Com efeito, lendo as ditas peças constatamos que os resultados desportivos – e nós vitorianos sabemos isso melhor do que ninguém –  não podem gerar confiança a ninguém e os adeptos que se dizem contra a queda da direcção, lendo o artigo, é simplesmente um presidente de uma Associação que prometeu arregimentar pessoas que serão sócias da dita para, apenas, terem preços mais acessíveis nas excursões para ver o Vitória, e que espera-se pensem como seres dotados da sua própria individualidade e pensamento…longe vão os tempos do Laureta e do Tareco, que agora até para ver a paixão comum é preciso constituir-se uma Associação!

Efectivamente, conseguir entrar na contenda com títulos sensacionalistas e sempre direccionados do mesmo modo, faz levantar uma questão: que interesses movem quem alinhava tais peças? Qual o intuito de não utilizarem as linhas que lhes são possibilitadas de modo imparcial, vetando o sensacionalismpo  e apostando, acima de tudo, na isenção e na crueza dos factos? E esses, são simplesmente que um grupo de sócios pretende a marcação de uma Assembleia Geral, que o representante máximo dos sócios (Presidente da Assembleia Geral) ao invés de assumir o papel de máximo representante dos mesmos colocou-se ao lado da Direcção e os resultados, ao contrário do que escrevem, são a consequência dos erros que servem de base de indagação aos sócios que pretendem ver todos os pontos esclarecidos e cumulativamente, em caso de comprovada incompetência, destituir os órgãos sociais.

E, ser amigo do Vitória é indagar todos esses factos que neste momento vão atormentando uma instituição com  oitenta e nove anos de vida… é questionar, independentemente de se apoiar este presidente ou este ou aquele presidenciável, o que corrói o Vitória pelas entranhas… de que maleita neste momento padece…é levantar dúvidas e propor soluções! O contrário, o arregimentar de facções, a promessa de excursões para defender um ou outro ponto de vista nos momentos primordiais da vida do clube, em nada o dignificam…apenas servem para estupidificar uma das massas associativas com maior ipseidade do país, com maior sentido crítico e que por já diversas vezes demonstrou que age e pensa pela sua cabeça… quem, com promessas estalinistas de arregimentação diz o contrário das duas uma: ou segue a dita linha dos jornais e como estes desconhecem-se os seus verdadeiros intuitos, ou a propalada amizade ao Vitória inexiste… e isso, ainda, é mais doloroso, pois o perigo para a vida do clube não parte de agentes externos, como os jornais, mas bem de dentro, sendo quase uma tentativa de facada no âmago do Vitória!

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