Nós Somos Melhores Que Eles…

083723_2_2822_g

Porquê, Vitória e Rui, que também és Vitória, tanto medo e subserviência a uma equipa que esta época já tínhamos vencido?

Na verdade, depois de quatro desafios com a equipa da autarquia da sede do distrito, ressalta a a certeza insofismável que o Vitória tem equipa de sobra para a patrocinada pela Câmara Municipal a vinte quilómetros de onde nasceu Portugal.

Porém, para isso é necessária coragem…vontade de vencer, como houvera no desafio da Taça da Liga e da Taça de Portugal e que se manifestou de modo tão inquebrantável que ninguém poderia contestar esse desejo!

Hoje, porém, Rui não quis ser Vitória… pretendeu ser empate e quando tudo, pretensamente, já estava perdido é que assumiu o  risco de jogar com dois pontas de lança – Soudani (que falhou dois golos daqueles cantados) e Baldé -… e com um armador de jogo, Crivellaro, nas costas.

E a partir daí, foi um ver se te avias… o Vitória assumiu os cordelinhos do jogo e foi atrás do impossível, da recuperação utópica, da Ilíada de Homero, mas nem sempre as epopeias conseguem ser findas e os golos de Paulo Oliveira e de Soudani revelaram-se insuficientes para almejar a efectiva reviravolta.

Antes disso, novamente os erros crassos de marcação nos cantos que originaram dois golos e que parecem não cessar… e uma atitude demasiada expectante por tempo demasiado!

No final, uma derrota por três bolas a duas e a certeza que se o jogo durasse mais cinco, dez minutos estaríamos a vangloriar-nos de um resultado positivo do Vitória, que acordou tarde de mais, fruto de mais uma demonstração de medo do Rui que voltou a não querer ser Vitória…

Nas bancadas, o resultado habitual: com bilhetes dados, o clube autárquico nem quinze mil adeptos teve… e durante o jogo todo só se ouviram os vitorianos que golearam estrondosamente os rivais…