Os Melhores E Os Piores Do “Jogo”…

O Melhor – Anderson Santana. Certo a defender, com ambição a atacar, não foi por ele que as hostes do Vitória entraram em depressão! Sempre com acutilância e criatividade foi dos mais eficazes da equipa.

O Desaparecido Em Combate – Toscano. É verdade que não actuou na sua posição de raiz. É verdade que nunca teve apoio. E por aí se poderá explicar a sua exibição. Mas, a verdade é que do brasileiro, sempre, se espera um lampejo. Que hoje não aparareceu. E, diga-se, em abono da verdade, o brasileiro, à excepção de um remate no findar do encontro, não fez muito por isso.

O RegularAlex. O lateral direito vimaranense não foi tão acutilante a atacar como Anderson. Mas, diga-se que quem ter alguém com a ingenuidade de Faouzi na sua ala, não se pode arriscar muito para não ser apanhado em contra-pé. Porém, a verdade é que teve uma actuação pendular e foi resolvendo os problemas com que se deparou com relativa facilidade.

O WallyNilson.  Descobrir o guardião brasileiro terá sido um dos desafios do prélio. Não fez uma defesa, não foi ao chão e duvida-se que tenha ido à Dinamarca. Alguém o viu?

O BipolarN’Diaye. O maliano é um caso preocupante. Tanto alternou a excelência com a loucura… a segurança com o risco…o souplesse com a dureza… a classe com a mediocridade. A estabilização psicológica é o primeiro passo para se tornar jogador de futebol.

O CalmantePedro Mendes. O símbolo dos vitorianos tem uma classe insuspeita com a bola nos pés. Porém, com uma condição física abaixo da mediania, só conseguiu colocar a bola com critério sem pressão. Quando ela surgia, sempre foi incapaz de marcar a diferença.

Os PerdidosEl Adoua e João Alves. Se o primeiro é central e Manuel Machado, teimosamente, insiste nele a pivot defensivo, João Alves é box to box e actuou numa posição próxima do número 10. Quer um, quer outro, apesar de se saber que são portadores de boas qualidades, demonstraram a inadaptação ao lugar. O primeiro foi incapaz de delinear uma jogada com rapidez após a recuperação de bola e o segundo foi incapaz de num passe de ruptura desmarcar um extremo, ou Toscano. Ambos pareceram perdidos na teia de quimeras urdida por Machado.

Os Deixa Lá Andar – Faouzi e Targino. Almas gémeas os extremos vitorianos na incapacidade de desequilibrar. Na incapacidade de criarem lances de perigo. Na incapacidade de ganharem a linha e cruzar. Tanta incapacidade resignou-os e limitaram-se a deixar correr a maré.

O PiorManuel Machado. Tanto receio perante um adversário tão fraco, tamanha incapacidade em articular a equipa, tamanha dificuldade após tanto tempo de treinar em mostrar um conjunto minimamente articulado fazem do timoneiro o principal culpado de tamanho fiasco…Vai a tempo de colocar o Vitória no trilho certo, mas a verdade é que a vantagem de ter começado mais cedo a preparação parece ter-se esvaído. Nota muito negativa, hoje.