Pedro Xavier Explosivo!

São declarações explosivas do antigo presidente da mesa da Assembleia geral vitoriana, que enceta um ataque cerrado a Emílio Macedo da Silva, e que deixa muitos pontos de meditação para todos os sócios vitorianos.

Vale a pena ler na íntegra, as declarações vertidas no Jornal “O Jogo”.

Não fui contactado [ndr. por Paulo Emanuel Mendes]. Não me revejo nesta Direcção e já estive em situações com as quais não estava de acordo e, na devida altura, afastei-me do clube. Concordava com a recolha de assinaturas se tivesse como fundamento a má gestão do clube, transferências duvidosas, negócios pouco transparentes e situações que os sócios quisessem ver esclarecidas junto da Direcção. Nesse caso, concordaria.

Se o fundamento da iniciativa deste grupo de sócios for apenas o ciclo de maus resultados, digo que não concordo, porque com este motivo não haveria margem de sustentabilidade para qualquer Direcção. Qualquer projecto estaria condicionado. Resta ao presidente da Assembleia Geral [João Cardoso] conversar com as pessoas em causa e ver o melhor caminho a seguir. Os sócios têm o direito de convocar uma Assembleia Geral extraordinária, desde que recolham as assinaturas necessárias.

A Direcção tem a obrigação de clarificar certas situações duvidosas de que se fala, sobretudo no que diz respeito a transferências e na forma como o presidente trata de renovações e contratações. Tudo isso deve ser esclarecido aos sócios. A própria demissão de Manuel Machado não foi bem explicada. Não sei se a saída terá tido a ver com a classificação. Parece-me que há algo escondido”, referiu. Na próxima Assembleia Geral ordinária, para aprovação do relatório e contas, Pedro Xavier diz que estes assuntos “deviam ser esclarecidos” pela Direcção, fazendo também um apelo à massa associativa. “Se houver um afastamento dos sócios cria-se instabilidade, que depois passa para o balneário.

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